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Cerca de 15 alunos de taekwondo, moradores do bairro Varginha, em Silva Jardim, participaram de um evento de graduação de faixa, no sábado (10), em Cabo Frio, na região dos lagos do Rio. Os alunos são do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) Volante, que funciona na Varginha, e que leva esporte, dança e música para crianças e jovens com faixa etária entre 6 e 19 anos.

O evento foi promovido pela Liga Cabofriense de Taekwondo, e aconteceu no Ginásio Poliesportivo Aracy Machado. O professor faixa preta - 1º dan, Wanderson Silva, responsável por ministrar as aulas na Varginha, disse que o exame de graduação acontece a cada seis meses, e que nesta ocasião, 10 dos seus 26 alunos do projeto realizaram a troca da faixa branca, pela amarela.

“É muito legal vê-los empolgados e comprometidos com o esporte. Fico feliz e realizado quando os pais deles [alunos] vêm até mim, e dizem que observaram melhoras no comportamento deles em casa e na escola. Eu sempre digo que, antes de formar atletas, priorizamos formar cidadãos, pessoas do bem”, pontuou o professor Wanderson Silva.

O secretário da SMTHPS, Sebastião Rocha, lembrou que a prática de esportes no bairro tem tirados os jovens da ociosidade. “Esse projeto atende a crianças e jovens que não tem acesso a outros programas sociais, e a ideia é expandir os cursos que já são oferecidos na unidade”, afirmou.

 

As aulas de taekwondo na Varginha acontecem as terças e quintas-feiras, em dois horários: às 10h e 13h, na unidade do Cras Volante, que funciona no sítio da Primeira Igreja Batista. O Cras Volante oferece ainda aulas de judô, balé, violino, violão, flauta doce, e musicalização com materiais recicláveis.

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Aconteceu na manhã de hoje (29), no Teatro Zezé Macedo, o II Fórum de combate a exploração sexual de crianças e adolescentes, que deve como objetivo discutir e conscientizar o público em geral em relação a este tema.

O fórum contou com apresentação cultural de alunos de programas da SMTHPS, e resumo de atividades realizadas pelo Núcleo de Atendimento à Família (NAFA) e Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS).

Para abordar o tema central do Fórum, houve palestras com o assistente social Marcelo Macedo Alcântara e a psicóloga Maria de Fátima Barbosa da Silva que falaram um pouco da história da luta contra a exploração sexual infantil no Brasil e suas consequências.

 

O encontro reuniu mais de 150 pessoas e contou com a presença da Vice-prefeita Maria Dalva (Cilene), do Secretário Municipal de Trabalho, Habitação e Promoção Social (SMTHPS) Sebastião da Silva Rocha e da presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) Rhana Viana Braga de Souza.

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Será realizado na próxima segunda-feira (29), das 08:00 às 12:00 horas no Teatro Zezé Macedo, o II Fórum de combate a exploração sexual de crianças e adolescentes. O evento será realizado pela Secretaria Municipal de Trabalho, Habitação e Promoção Social (SMTHPS) em parceria com o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e Adolescente (CMDCA).

A sistemática estabelecida pela Lei nº 8.069/90 (Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA) para plena efetivação dos direitos infanto-juvenis importa na intervenção de diversos órgãos e autoridades que, embora possuam atribuições específicas a desempenhar, têm igual responsabilidade na apuração e integral solução dos problemas existentes, tanto no plano individual quanto no plano coletivo.

 

O art. 4º do ECA, assegurado pelo art. 277 da Constituição Federal, aponta que é dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança e ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, a liberdade e à convivência familiar e comunitária.

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Foi realizado nesta sexta-feira (31), na Praça Amaral Peixoto, no Centro de Silva Jardim, o evento “Mulheres do Brasil”, em comemoração ao mês da mulher. Durante o evento, foram realizadas apresentações musicais, desfiles, oficinas de fuxico, maquiagem, manicure, corte de cabelo, além de sorteio de brindes. A ação foi promovida pela Secretaria Especial dos Direitos das Mulheres e Minorias (Sedimm), em parceria com a Secretaria Municipal de Trabalho, Habitação e Promoção Social (SMTHPS).



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A equipe da Secretaria Municipal de Trabalho, Habitação, e Promoção Social (SMTHPS) participou do III Encontro de Capoeira promovido pela Associação Raízes de Aruanda, no bairro Caxito, em Silva Jardim. O evento aconteceu no fim de semana na quadra de esportes e reuniu capoeiristas de toda a região.

Segundo a Associação Raízes de Aruanda, no Caxito, o projeto funciona há três anos e atende a cerca de 50 alunos com oficina de capoeira. A faixa etária dos alunos varia de quatro a 50 anos, sendo a maior parte crianças e adolescentes. As aulas são de graça e acontecem duas vezes por semana.

“Este é um projeto cem por cento social, totalmente de graça. O nosso principal objetivo é ocupar o tempo ocioso dos adolescentes e trabalhar a prevenção às drogas”, frisa o presidente da associação, mestre Dengo.

O projeto também faz acompanhamento escolar dos adolescentes que participam da oficina. “Se o aluno não estiver com boas notas na escola, a gente pede a suspensão dele na capoeira”, explica o responsável pela oficina no Caxito, contramestre Faísca.

A assistente administrativa Thaina Santos, de 21 anos, entrou no projeto há cerca de dois anos por influência de uma amiga. “Entrei por curiosidade, gostei e acabei ficando. É muito bom fazer capoeira”, diz a jovem, empolgada.

O secretário da SMTHPS, Sebastião Rocha, participou do evento no domingo (19), e falou sobre a importância do incentivo à capoeira. “Jogos como a capoeira e a prática de esportes são fundamentais para dar perspectivas aos adolescentes e jovens. Estamos estreitando as relações com a associação e avaliando a possibilidade de levar o projeto para outros bairros”, afirmou.

 

A Associação Raízes da Aruanda está sediada em Macaé, no norte fluminense, e possui quatro filiais no estado. Ao todo, mais de 400 alunos participam do projeto, segundo a associação. O encontro de capoeira acontece todo ano e conta com o tradicional batizado, entrega de cordas, além de oficinas, e apresentações abertas para toda a comunidade.


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