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Defesa Civil

 

Cerca de 30 alunos de Silva Jardim concluíram, na semana retrasada, as atividades do Projeto Botinho 2016, do Corpo de Bombeiros. As aulas aconteceram entre os dias 19 e 28 de janeiro na Praia Seca, no município de Araruama.

O projeto é considerado uma grande colônia de férias, tendo em vista que é realizado no verão, durante as férias escolares. A iniciativa proporciona às crianças ensinamentos básicos e necessários ao salvamento no mar, além de noções de preservação do meio ambiente, primeiros socorros, condições do mar e muita atividade física na areia.

O projeto foi dividido por categorias, de acordo com a faixa etária de cada participante. A cerimônia de encerramento contou ainda com a participação dos pais dos alunos.

 

(Foto: Divulgação / Projeto Botinho)

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O volume de chuva (índice pluviométrico) de Silva Jardim em janeiro de 2016 foi de quatro vezes maior do que o volume verificado em janeiro do ano passado. De acordo com dados da Secretaria Municipal de Defesa Civil (Semdec) em janeiro de 2015 houveram apenas quatro dias de chuva com média de 14,2 mm por dia. Já em janeiro de 2016 houveram 15 dias de chuva com média diária de 20,5 mm.

Em janeiro de 2015 choveu um total de 56,9 mm no município, já em janeiro de 2016 o volume de chuva foi de 308 mm. O índice pluviométrico refere-se à quantidade de chuva por metro quadrado em determinado local e em determinado período. O índice é calculado em milímetros. Se dissermos que o índice pluviométrico de um dia, em um certo local, foi de 2 mm, significa que, se tivéssemos nesse local uma caixa aberta, com 1 metro quadrado de base, o nível da água dentro dela teria atingido 2 mm de altura naquele dia. Ou seja, quando escutamos que choveu 7 milímetros na cidade, por exemplo, significa que essa seria a altura média alcançada pela água a partir do chão, na área total da cidade em determinado período de tempo.

A medição do índice pluviométrico em Silva Jardim só foi possível devido a parceria da Prefeitura, através da Semdec com o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) e o CEMADEN (Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais), pois somente após estas parcerias o município passou a contar com uma estação meteorológica (foto) em Fazenda Brasil e pluviômetros que hoje estão localizados em 08 bairros: Centro, Cabiunas, Caju, Boqueirão, Juturnaíba, Varginha, Imbaú e Nova Silva Jardim, antes desta parceria o município não contava com estação meteorológica e nenhum pluviômetro público.

 

O índice pluviométrico serve de subsídio para a Semdec planejar medidas e ações preventivas contra desastres naturais.

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Equipes da prefeitura, através da Secretaria Municipal de Defesa Civil (Semdec) e da Secretaria Municipal de Obras, realizaram a limpeza de um valão no último dia (21/01), no bairro Romanópolis em Silva Jardim.

Segundo a Semdec, a repartição pública fez um mapeamento das áreas mais afetadas após as fortes chuvas que ocorreram esta semana, e detectou alguns problemas na localidade de Romanópolis, como o transbordamento de um valão que fica no bairro.

De acordo com dados registrados pelo pluviômetro do Centro da cidade, que é monitorado pela Semdec, até o dia 21 havia chovido 128 milímetros em seis dias, desde o início do ano.

 

(Foto: Divulgação / Semdec)

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A Secretaria Municipal de Defesa Civil (Semdec) instalou no último dia 11/01 um pluviômetro semiautomático no bairro Nova Silva Jardim, no Centro da cidade. O equipamento foi instalado na casa de um voluntário, e ao todo, o município já conta com oito pluviômetros semiautomáticos e mais dois automáticos.

São através dos pluviômetros que é monitorada a quantidade da chuva que cai durante o ano em cada região, e segundo a Defesa Civil, esse registro é importante para que seja criado um histórico dos locais suscetíveis a desastres naturais ligados às chuvas que caem na cidade.

As informações são computadas em nosso sistema e nos permite informar aos moradores de áreas de risco a probabilidade de desastre, através dos índices pluviométricos. E além disso, esses dados também nos auxiliam na montagem do Plano de Contingência do município”, disse o secretário de Defesa Civil, Sidnei de Melo.

Ainda conforme a Defesa Civil, os pluviômetros foram doados pelo Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden). “Vale ressaltar que a presença dos pluviômetros também é de grande valia para a agricultura, poque o conhecimento da quantidade de chuva caída em cada região, possibilita a coleta de dados que auxilia nas decisões sobre época de plantio, tipo de lavoura, escolha de semente e adubação”, acrescentou o subsecretário da pasta, Marcolino Afonso Ferreira.

Os bairros que já possuem pluviômetros instalados são: Centro, Caju, Cabiúnas, Juturnaíba, Varginha, Imbaú, Boqueirão e Nova Silva Jardim. De acordo com a Defesa Civil, todos os equipamentos começaram a ser instalados a partir de 2013.

 

(Foto: Divulgação / Defesa Civil; Reportagem: Lucas Madureira)

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A Secretaria Municipal de Defesa Civil (Semdec) e voluntários de Silva Jardim promoveram no dia 27/11, uma ação de prevenção de coleta de lixo no Valão da Caixa, no bairro Nossa Senhora da Lapa, com o objetivo de prevenir alagamentos, principalmente, no período de chuvas mais intensas, durante o verão. As equipes ainda conscientizaram os moradores sobre a forma correta de descarte dos resíduos sólidos, importância de preservar o meio ambiente.

De acordo com a Semdec, a ação faz parte de uma comemoração ao Dia Estadual de Redução de Riscos de Desastres, que é celebrado em 29 de novembro. Os voluntários que auxiliaram na execução da tarefa são moradores do Centro da cidade, que fazem parte do Núcleo de Defesa Civil (Nudec).

O secretário de Defesa Civil, Sidnei de Melo, destacou a importância da participação da comunidade durante o trabalho. “A iniciativa partiu do Nudec, que identificou e passou para a nossa secretaria que um dos principais problemas do bairro seria o lixo no valão. Foi um alerta da comunidade para a Defesa Civil”, afirmou Sidnei.

Além da coleta de lixo no valão e a conscientização aos moradores sobre preservação ambiental, as equipes também criaram um depósito de resíduos. “O intuito desses suportes, bem como evitar que o lixo seja jogado às margens do valão, também teria o propósito de animais, como cães e gatos, não alcançarem as sacolas, evitando assim, serem espalhados”, finalizou o subsecretário de Defesa Civil, Marcolino Ferreira.

 

(Fotos: Divulgação Defesa Civil / Reportagem: Lucas Madureira)

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